O Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto, vai inaugurar amanhã, às 16 horas, a exposição Olhares. As fotografias apresentadas resultam de uma selecção das 95 imagens do livro Olhares, editado 5 anos depois da criação da comunidade online de fotografia. Os trabalhos podem ser vistos até ao dia 26 de Abril.
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sexta-feira, 20 de março de 2009
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Fotografias de François-Marie Banier no Estoril Film Festival
O fotógrafo francês François-Marie Banier irá expor pela primeira vez em Portugal, a convite do Estoril Film Festival 08. De 14 a 22 de Novembro no Centro de Congressos do Estoril, estará patente ao público uma selecção dos seus trabalhos mais conhecidos.
Fotógrafo, pintor, escritor, actor, François -Marie Banier nasceu em Paris em 1947. Expôs individualmente pela primeira vez em 1991, no Centre Pompidou, em Paris, e desde então as suas fotografias têm viajado pela Europa, Estados Unidos, América do Sul e Ásia.
Com especial apelo pela figura humana, recorre frequentemente ao retrato de anónimos ou figuras públicas. Classificado como surpreendente e provocador, o seu trabalho é acompanhado, muitas vezes, por poemas ou frases.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Selva Urbana em exposição no Terreiro do Paço
O Terreiro do Paço, em Lisboa, vai receber a partir de amanhã uma exposição com as 50 melhores fotografias do concurso Metro Global Photo Challenge.
Entre 13 e 31 de Outubro, mais de 55 mil pessoas de 20 países enviaram os seus trabalhos inseridos no tema Selva Urbana.
As 50 fotografias mais votadas, 10 das quais portuguesas, vão ficarão expostas na Praça do Comércio até 31 de Dezembro.
Entre 13 e 31 de Outubro, mais de 55 mil pessoas de 20 países enviaram os seus trabalhos inseridos no tema Selva Urbana.
As 50 fotografias mais votadas, 10 das quais portuguesas, vão ficarão expostas na Praça do Comércio até 31 de Dezembro.
domingo, 10 de agosto de 2008
Exposições e um workshop assinalam o Dia Mundial da Fotografia
O Centro Português da Fotografia, no Porto, assinala o Dia Mundial da Fotografia, a 19 de Agosto, com a inauguração de duas exposições e a realização de um workshop para crianças.
A exposição De um chão nosso, de Mário João Mesquita, incluí 80 imagens, registadas em 2007, no âmbito da realização de um inquérito à paisagem do Douro Vinhateiro. Viagens é o nome da outra exposição, que incluí 46 fotografias, a preto de branco, de Manuel Araújo, sobre a mudança do século nos países europeus.
O workshop O aprendiz de fotógrafo, de inscrição gratuita, destina-se a crianças entre os 7 e os 10 anos e, tem como objectivo dar a conhecer as características da imagem fotográfica.
Para mais informações: http://www.cpf.pt/ ou 222 076 310
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
"Vida Selvagem" em exposição no Freeport
O Centro de Exposições do Freeport acolhe uma exposição, de mais de cem fotografias, sobre a vida selvagem, oriundas do concurso Wildlife Photographer of Year, patrocionado pelo Museu de História Nacional de Londres e pela BBC Wildlife.
A exposição Vida Selvagem pretende alertar o público para as questões da defesa da biodiversidade e dos habitats naturais.
A exposição está aberta ao público até 14 de Setembro, todos os dias da semana, das 12h às 20h.
Para mais informações: www.freeport.pt/exposicoes
sexta-feira, 6 de junho de 2008
"Utopia" em exposição no Museu Berardo
O Museu Colecção Berardo, em Belém, acolhe até 27 de Julho, a exposição Utopia, que mostra a decadência da arquitectura modernista.
Retratada por dez fotógrafos, as imagens representam edifícios construídos nos anos 50 e 60, por arquitectos que acreditavam num mundo utópico e visionário. Erguidos a aço e cimento, os edifícios estão agora muito degradados ou já foram demolidos.
Apresentada em co-produção com o PhotoEspanã 2008 - XI Festival Internacional de Fotografia e Artes Visuais - Utopia é a primeira exposição realizada. O PhotoEspanhã 2008 decorre entre 4 de Junho e 27 de Julho, em Madrid, e conta com trabalhos de 230 artistas de 35 países.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Exposição de Gérald Bloncourt no Museu Berardo
Cerca de meia centena de fotografias inéditas de Gérald Bloncourt sobre a vida dos emigrantes portugueses em França, tiradas a partir dos anos 50, vai estar em exposição no Museu Colecção Berardo até dia 18 de Maio.A exposição «Por uma Vida Melhor», mostra o quotidiano de miséria nos bairros de lata da comunidade de emigrantes portugueses em França, entre os anos cinquenta e setenta – do lavar da roupa à leitura do jornal, da partida para o trabalho às festas.Gérald Bloncourt, actualmente com 81 anos, nasceu no Haiti em 1926, país que o expulsou por razões políticas, passando a residir em França, onde começou uma carreira como fotógrafo ao mesmo tempo que continuou a lutar no exílio contra a ditadura haitiana.
A partir do final dos anos 50, milhares de trabalhadores portugueses entraram em França fugidos da ditadura de Salazar, ou das más condições de vida em Portugal, para tentar a sua sorte naquele país. Instalados em bairros de lata, sobretudo em Champigny e em Saint-Denis, em condições de miséria, os emigrantes começaram a organizar-se e a denunciar a sua situação junto da imprensa militante, a exemplo de La Vie Ouvrière. É quando o jornalista e fotógrafo Gérald Bloncourt se põe a seguir a sua vida, começando a empenhar-se em denunciar as más condições de vida dos emigrantes. Mais tarde, o fotógrafo virá a seguir os emigrantes em Portugal, chegando a passar clandestinamente com eles as fronteiras, lidando de perto com o medo de serem presos ou de morrerem por falta da força necessária para percorrer centenas de quilómetros a pé.
As fotografias de Gérald Bloncourt contribuíram para alertar a opinião pública na época, gerando um movimento de solidariedade que pressionou o poder político.
A partir do final dos anos 50, milhares de trabalhadores portugueses entraram em França fugidos da ditadura de Salazar, ou das más condições de vida em Portugal, para tentar a sua sorte naquele país. Instalados em bairros de lata, sobretudo em Champigny e em Saint-Denis, em condições de miséria, os emigrantes começaram a organizar-se e a denunciar a sua situação junto da imprensa militante, a exemplo de La Vie Ouvrière. É quando o jornalista e fotógrafo Gérald Bloncourt se põe a seguir a sua vida, começando a empenhar-se em denunciar as más condições de vida dos emigrantes. Mais tarde, o fotógrafo virá a seguir os emigrantes em Portugal, chegando a passar clandestinamente com eles as fronteiras, lidando de perto com o medo de serem presos ou de morrerem por falta da força necessária para percorrer centenas de quilómetros a pé.
As fotografias de Gérald Bloncourt contribuíram para alertar a opinião pública na época, gerando um movimento de solidariedade que pressionou o poder político.
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